A justiça de Sergipe, determina a elaboração de um plano de segurança para a Usina Hidrelétrica de Xingó | Sergipe | G1

Ministério público Federal em Sergipe (MPF/SE) decidiu na quinta-feira (2) que a Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) para a elaboração de um plano de segurança da Usina Hidrelétrica de Xingó, sob a supervisão da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que deve validar o plano.

Ministério público Federal em Sergipe (MPF/SE) decidiu na quinta-feira (2) que a Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) para a elaboração de um plano de segurança da Usina Hidrelétrica de Xingó, sob a supervisão da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que deve validar o plano.

De acordo com o MPF, o documento, que inclui um Plano de Ação de Emergência, tem o objetivo de minimizar os impactos para o ambiente e para as populações que vivem na área da planta em caso de acidentes. De acordo com a procuradora regional da República Gicelma Nascimento, desde 1994, ano de inauguração, a Hidrelétrica de Xingó, funciona sem esse planejamento, que é de vital importância para a segurança das populações que vivem às margens do Rio São Francisco.

De acordo com o MPF, o documento, que inclui um Plano de Ação de Emergência, tem o objetivo de minimizar os impactos para o ambiente e para as populações que vivem na área da planta em caso de acidentes. De acordo com a procuradora regional da República Gicelma Nascimento, desde 1994, ano de inauguração, a Hidrelétrica de Xingó, funciona sem esse planejamento, que é de vital importância para a segurança das populações que vivem às margens do Rio São Francisco.

Também de acordo com o MPF, a ação aconteceu após denúncia de fissuras em lajes de concreto da barragem de Xingó. Embora as fissuras são, de acordo com a Chesf, dentro do limite do seguro, catástrofes naturais, tais como chuvas inesperadas podem acontecer. De acordo com os documentos, as empresas tinham apenas diretrizes, controle de fluxo de águas da barragem, e que esse tipo de planejamento é insuficiente frente as determinações previstas na Política Nacional de Segurança de Barragens.

Também de acordo com o MPF, a ação aconteceu após denúncia de fissuras em lajes de concreto da barragem de Xingó. Embora as fissuras são, de acordo com a Chesf, dentro do limite do seguro, catástrofes naturais, tais como chuvas inesperadas podem acontecer. De acordo com os documentos, as empresas tinham apenas diretrizes, controle de fluxo de águas da barragem, e que esse tipo de planejamento é insuficiente frente as determinações previstas na Política Nacional de Segurança de Barragens.

A assessoria de comunicação da Chesf informou que a empresa não foi notificada da decisão judicial.

A assessoria de comunicação da Chesf informou que a empresa não foi notificada da decisão judicial.

Determinações

A justiça Federal determinou que as RUAS devem enviar à Aneel o Plano de Segurança da Barragem do Xingó, incluindo o Plano de Ação de Emergência, no prazo de 90 dias.

A justiça Federal determinou que as RUAS devem enviar à Aneel o Plano de Segurança da Barragem do Xingó, incluindo o Plano de Ação de Emergência, no prazo de 90 dias.

A Aneel, por sua vez, é responsável por analisar esses documentos, com prazo de 90 dias. A partir da conclusão da Aneel, Chesf terá 30 dias para refazer os documentos, com as necessárias adaptações. Em caso de violação do disposto, a Justiça fixou multa diária de R$1 mil.

A Aneel, por sua vez, é responsável por analisar esses documentos, com prazo de 90 dias. A partir da conclusão da Aneel, Chesf terá 30 dias para refazer os documentos, com as necessárias adaptações. Em caso de violação do disposto, a Justiça fixou multa diária de R$1 mil.

Geleira Matataua
Geleira Matataua

(Francisco Ardini/PNRA/Wikimedia Commons)

A invisibilidade das mulheres na ciência é ainda um dos grandes problemas da área. Casos de desrespeito e o assédio a eles dentro desse universo são tão comuns que acabam desestimulando muitas mulheres para seguir esta carreira. Por isso, a atitude simples para mudar o nome de uma geleira, como aconteceu nos estados unidos na semana passada, é algo muito significativo.

A história começa em 1994. David Marchant, um geólogo da Universidade de Boston, EUA, deu seu nome a uma geleira na Antártica, em honra de seus estudos sobre estas grandes massas de gelo. Desde então, ela chamado Glacier Marchant.

As coisas começaram a complicar para Marchant, em 2016. Jane Willenbring, uma ex-orientanda de pós-graduação, denunciado por assédio verbal e sexual. Willenbring, agora, geólogo do Instituto de Oceanografia Scripps, em San Diego, Califórnia, apresentou sua reclamação para a Universidade de Boston, três meses depois de assumir o cargo atual. Ela confessou que não denunciou nada no momento do evento, em um trabalho de campo na Antártica, entre 1999 e 2000, por medo de represálias do professor — que ainda ocupavam uma posição hierarquicamente superior a ele.

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Marchant sempre negou todo e qualquer delito. Mesmo assim, as investigações da universidade concluiu que ele é culpado. De acordo com o relatório, Jane foi assediada e verbalmente, durante o trabalho (ouvir chamando o nome como “puta” e “prostituta”), o que foi comprovado por outras testemunhas, mas não encontrei nada conclusivo em relação às acusações de violência sexual.

O professor foi colocado sob uma licença remunerada na universidade, em fevereiro deste ano. Mais tarde, o Conselho dos Estados Unidos em Nomes Geográficos, com a aprovação do Comitê Consultivo de Nomes na Antártida (Acan, na sigla em inglês), aprovou a proposta de alteração de nome, recebeu no dia 21 de abril. Agora, a geleira é chamado a Geleira Matataua, por ficar perto do Pico Matataua.

A justificativa para a alteração afirma simplesmente que mudar o nome do glaciar coloca “em linha com as políticas da Acan”. Quando questionados sobre qual seria a política de representantes do conselho afirmaram que endureceram as regras sobre tributos, de modo que eles somente serão concedidos após o final da carreira do destinatário.

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“Eu acho que a decisão reflete o fato de que, sob a velha política, a honra foi premiado com muito cedo em sua carreira. Não sabíamos o que aconteceria ou seria descoberto mais tarde”, disse Louis Yost, secretário executivo do conselho para o site Earther.

Apesar de a justificativa de que o comitê não tenha mencionado explicitamente é o caso, esta é uma grande vitória do movimento #metoo, que desde o ano passado vem trazendo à tona casos de assédio moral e sexual em várias áreas.

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