Homem morre em tentativa de assalto em Meier – Agência Estado – UOL Notícias

Um homem morreu após ser baleado em uma tentativa de assalto no Méier, na zona norte do Rio. O crime ocorreu em um prédio na Rua Paulo Silva Araújo, na madrugada deste domingo.

Augusto Cezar Silva de Andrade tentou escapar dos assaltantes quando eles chegaram ao prédio onde morava, mas os criminosos teriam entrado na garagem do prédio da vítima, fazendo vários disparos contra ele.

De acordo com informações da Polícia Militar, Andrade, foi atingida por três tiros. A vítima foi resgatada e levada para o Hospital Municipal Salgado Filho, no mesmo bairro, mas não resistiu aos ferimentos. Os criminosos fugiram. O caso foi encaminhado para a 26ª delegacia de Polícia.

A violência também tem assustado os moradores da comunidade Pavão-Pavãozinho, na zona Sul do Rio, na madrugada deste domingo. De acordo com a Polícia Militar, agentes do Batalhão de operações Policiais especiais (BOPE) realizaram uma operação na favela, com o apoio da Unidade de Polícia Pacificadora instaladas no local. No início da operação, durante a incursão das equipes, a polícia, os criminosos fizeram vários disparos de arma de fogo. De acordo com a polícia, não houve confronto e a ação terminou sem registro de caso.

Atualizada às 17h20

RIO – A Polícia Civil e o Ministério Público desarticularam uma quadrilha que fraudava pesquisas no Departamento de Trânsito do Estado do Rio de Janeiro (Detran-RJ). Oitenta e nove pessoas foram presas na manhã desta quinta-feira, 17, em 17 cidades. De acordo com a polícia, a quadrilha é vinculada a milícias que atuam na zona oeste do rio de janeiro. Os três PMs estão entre os presos.

O sistema foi instituído em 2009. Proprietários de veículos com irregularidades, e sem condições de viajar, eles pagaram um suborno para ser aprovado nas pesquisas. Os valores variavam de R$ 50 a R$ 1mil. A quadrilha chegou a ganhar R$ 2 milhões por mês.

Eles faziam parte do esquema, funcionários do Detran, prestadores de serviços e agentes de compensação. Eles agiram em pelo menos oito diferentes postos de trabalho na Baixada Fluminense, em São Gonçalo, no Grande Rio, e em bairros das zonas norte e oeste da capital.

Os promotores Luiz Antonio Ayres, Claudio Varela e Marcus Vinicius Leite relatado 181 pessoas por crimes de associação criminosa, corrupção passiva, corrupção ativa, falsidade ideológica, falsificação de documento público, inserção de dados falsos em sistema informatizado e a supressão de documento público. A Justiça decretou a prisão de 122 deles.

Doze delegados, 520 policiais, além de agentes do Detran e as corregedorias da Polícia Militar e a Polícia Civil participaram na operação.

A 33ª Oliarqui começou com um aspecto inovador. A abertura e o hino, foram para a conta da Banda, composta por ex-alunos e conduzido pelos maestros Alexandre da Silva Pinto e André Barbezani. A banda realizou o Esporte e uma das músicas que chamaram a atenção do público estava Imagine, de John Lennon https://www.facebook.com/Arquidiocesano/videos/257999654851977/. Depois de 20 anos, a banda voltou a apresentar na Faculdade.

Outro ponto de destaque da Olimpíada refere-se ao contexto atual, porque, este ano, comemora os 160 anos de fundação do colégio Marista Arquidiocesano, um momento para lembrar as palavras de Marcelino Champagnat, fundador do Instituto Marista: “Para educar as crianças é preciso amá-las e amá-las todas igualmente…”.

Valentin Fernandes, Director-Geral da Instituição, destacou a emoção dos alunos-atletas, todos de 3ª série do ensino médio, através da participação em sua última Oliarqui: “apenas alguns minutos Atrás, eu conheci um aluno que perguntou-me por uma jovem mulher estava chorando. Eu respondi que é a 33ª vez que o Arco se abre o espaço para a celebração do desporto escolar, seguindo fortemente os valores de Champagnat”.

Como de costume, houve o desfile das delegações, a entrada das bandeiras (Nacional, são paulo, e da Arquidiocese) e o juramento dos atletas (Leticia Nigro e Marcelo Kawabe). A Pira Olímpica foi acesa por atletas, convidados, judoca Daniel Hernandes, medalha de ouro em Jogos Pan-americanos de 2003, em Santo Domingo, e o Atleta Paralímpico da seleção Brasileira de Rugby em cadeira de rodas, Lucas Junqueira.

O judoca Daniel Hernandes, salientou a importância da família como um torcedor no esporte: “É muito importante ter a família assistindo nossos alunos atletas. Este apoio é muito importante. Apelar para a família faz toda a diferença no esporte”, disse ele.

Dança, um capítulo à parte

As performances sempre mostrar a criatividade. Os professores Ivan Osses, Deborah Medeiros, Mônica Serra, Nati Brilho e Silvana Marques mostrou dedicação e preparação para levar os alunos nas apresentações nas modalidades de jazz, ballet, dança, urbano, e a ginástica artística.

A surpresa deste ano foi para a conta do DJ e produtor de eventos Adriano Gosy, ex-aluno Marista, que assumiu as pickups, aumentando a apresentações de dança. Outro ponto alto foi a apresentação de dança de professores. Nada mais agradável do que a de observar os mestres no palco junto com os alunos.

Após a abertura memorável, vale a pena ficar atento para os jogos que serão realizados até 29 de setembro. Alunos e professores a partir de 54 escolas vai ocupar terrenos do Marista Arquidiocesano, competindo nas modalidades de basquete, handebol, futsal, voleibol, judô, natação e ginástica artística.

 

 

 

 

 

SÃO PAULO – Cerca de 49 alunos com deficiência não poderia ir para a escola depois de uma empresa terceirizada da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo (SEE) atrasar o pagamento dos prestadores de cuidados. A 29 de profissionais não receberam os salários do mês de agosto e, em protesto, paralisar atividades em 18 escolas de ensino médio, na quinta-feira, 13.

De acordo com o departamento, a empresa foi contratada no final do mês de junho. Após as férias escolares, o primeiro mês de entrada em serviço foi em agosto, quando deveriam ter sido pagas a empregados. O Estado procurou a empresa Adesões, mas ninguém foi encontrado para comentar sobre o atraso de pagamentos.

A SEE informou que a Diretoria de Ensino Leste 1, para ser comunicada de atraso, entrou em contato com a empresa imediatamente e notificado duas vezes para resolver o problema. Nesta terça-feira, dia 18, a empresa compromeu para regularizar o pagamento ainda esta semana, e disse que os cuidadores reverter para as escolas na quarta-feira, 19.

Keyla Assunção, de 40 anos, diz que foi surpreendido na semana passada, quando ele recebeu um convite da direção da escola de sua filha, afirmando que o cuidador não iria funcionar. Antonella, de 9 anos, entrou este ano na escola estadual Professor Theodomiro Emerique, na Vila Marieta, na zona leste da capital, e esperou seis meses para a contratação de auxiliar. “Esperamos que o semestre inteiro pela contratação de forma que ela pudesse ir à escola. Agora em agosto, quando a babá começou, foi tudo ótimo, até que nós sabemos que a empresa não estava pagando. É um absurdo, ninguém trabalha sem receber”, diz a mãe.

Antonella nasceu com hidrocefalia e mielomeningocele, de doenças que dificultam sua locomoção e o desenvolvimento cognitivo. “Ela usa fralda, precisa de ajuda para andar e se sentar. Para isso, você precisa de um cuidador na sala de aula”, diz Keyla.

Antes de ir para a escola estadual, Antonella eu estou em uma escola especializada, mas a mãe preferiu mudar para uma escola regular. “Eu pensei que seria mais importante para o desenvolvimento e a socialização dela. O que realmente aconteceu. Espero que os responsáveis sejam pagos o mais rapidamente possível, porque os alunos estão sendo prejudicados”, diz ele.

 

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